Meu pequeno aconchego,
És meu mais precioso consolo
No momento quando chego próxima a mim
E me toco com a ponta da caneta.
És meu reflexo isso que mostras
E és também quem me põe a dormir
Me desejando os meus bons sonhos que os tenho,
agradecendo pelo dia que virá.
E venho a mim bem perto
Depois de andar horas no deserto
E me conto do que vi
E digo a mim, que a mim avistei..
Quando Veríssimo disser:
"Conheça-te a ti mesmo
mas sem te tornar íntimo"
Creio eu, intrigada
que talvez ele tenha cometido um engano.
_Ou será que sou eu?
Vou-me então, para longe de mim
Aonde terei aos poucos uma nova aproximação
Percorrerei até meus limites
E sei, sim. Estes são poucos.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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Na certa Veríssimo se enganou (opinião própria). Gostei muito do teu reflexo desértico!
ResponderExcluirSuas palavras parecem o esboço de um sonho ou pensamento muito claramente colocadas. Cada estrofe um mundo diferente, porém do mesmo universo.
Parabéns por sua enorme criatividade intelectual!
Obrigada!
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