quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Vento de Hoje

O vento passou essa noite levando embora a minha vontade de dormir...
Como pode um simples vento mudar tudo assim??
Será que meus sentidos estarão aflorados demais, ou seria talvez um exagero acreditar que uma sutil mudança nas circunstância possa agir sobre o meu organismo de forma tão agressiva?

Mais uma vez eu respiro e lembro da Rachel do Friends, quando ela lia aquele livro sobre o vento de dentro das mulheres, o qual os homens sempre roubavam....
"Men steal our wind... don't you ever let them do that! Take your wind back!" hahaha
E essas coisas até que fazem algum sentido nessas horas....
nas horas dos Delirios Incomuns de Uma Mente Sã.

Uma breve pausa aqui no blog pra recuperar o meu fôlego tão bem cuidado e alimentado todos os dias.

Pois bem.
Preciso de muito mais do que alguém me dizendo como as coisas devem ser.
Se existe alguém na minha vida pra decidir as coisas que faço esse alguém sou eu.
Esse eu sai, cresce, ama, ama de verdade, mas precisa mais de mim mesma do que de qualquer outra pessoa.
As pessoas ao redor podem ser maravilhosas, mas o que as define de tal forma mora também no espaço entre elas mesmas.
O que te define, além do que você já tem, é o espaço ao seu redor, é o espaço que você cria.
A defesa de território é importante........ além de outras coisas.

Fico por aqui hoje. Pontuando o final do texto.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pós Festival de Jazz

Cabeça fresca. A xepa das mini-férias ainda sendo aproveitada, enquanto o melhor, entre todos os outros trabalhos aqui, é prolongar as melodias que ainda circulam pelo ouvido.
Minha santa paciência as vezes é dominada pela minha vã euforia, safada ela, só me serve de exaustão. Mas ela vai embora, libertina, atazanar outros espíritos, que quando a conseguem expulsar acaba voltando pros seus anteriores.
Os grandes sábios orientais nos salvam a cada dia, quando terapeuticamente nos fazem lembrar da paz, personagem mito nos tempos de hoje. Pobre rica paz, muito maior e ao mesmo tempo invisível, híbrida, raro objeto de cobiça em extinção. Atingir a paz aqui não é essencial a todos, mas sim uma opção alternativa, um segredinho, ou até mesmo talvez um mero luxo burguês...
Mas eu espero profundamente não me importar com as convenções, e as vezes poder chegar a considerar positivo esse tão comentado stress cotidiano, afim de realizar melhor o meu trabalho.
Deixa vir a calma, deixa vir a loucura, mas sempre de forma pacífica.
Vivamos plenamente o vendaval....