quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pós Festival de Jazz

Cabeça fresca. A xepa das mini-férias ainda sendo aproveitada, enquanto o melhor, entre todos os outros trabalhos aqui, é prolongar as melodias que ainda circulam pelo ouvido.
Minha santa paciência as vezes é dominada pela minha vã euforia, safada ela, só me serve de exaustão. Mas ela vai embora, libertina, atazanar outros espíritos, que quando a conseguem expulsar acaba voltando pros seus anteriores.
Os grandes sábios orientais nos salvam a cada dia, quando terapeuticamente nos fazem lembrar da paz, personagem mito nos tempos de hoje. Pobre rica paz, muito maior e ao mesmo tempo invisível, híbrida, raro objeto de cobiça em extinção. Atingir a paz aqui não é essencial a todos, mas sim uma opção alternativa, um segredinho, ou até mesmo talvez um mero luxo burguês...
Mas eu espero profundamente não me importar com as convenções, e as vezes poder chegar a considerar positivo esse tão comentado stress cotidiano, afim de realizar melhor o meu trabalho.
Deixa vir a calma, deixa vir a loucura, mas sempre de forma pacífica.
Vivamos plenamente o vendaval....

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