Brincar de ilusão é muito bom.
Parece um jogo entre nuvens,
mas quando se chega perto demais não se vê, não se toca, não se sente.
Brincar de realizar passa longe (ou bem mais perto).
-Quando se vive num mundo de ilusões, pra que serve o palpável
se a realidade está tão próxima de mim como forma de sonho?-
Nas palavras de um sonhador existem estrelas que nunca serão vistas por um cético.
E entre um mundo e outro se vai pulando e pulando sobre degraus destroçados
pela necessidade de distinção.
Todos os níveis de raciocínio as vezes tornam-se uma coisa só,
uma planície
uma pastagem
uma repercussão que de ecos não mais volta a subir e descer
um tempo tranquilo sem agito de mar forte, sem vontade ou força pra agitar o mar.
É muito bom, depois da chuva, ver que o mar que está tranquilo.
No meu sono, a noitinha,
sonho com outra vida quando dou conta desta numa boa.
Mas vejo, posso ver, ao abrir os olhos
como os assuntos aqui me puxam muito mais
E como é tão melhor acordar do que ir dormir!
Meu tempo bom é meu.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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